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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Numa dessas manhãs de domingo


Cedo acordou olhou pela a janela o sol que estava a se abrir. 
Sentiu vontade de aproveitar o dia, tomou seu café, preparou-se pra sair. 
O domingo estava tão iluminado, e um momento de felicidade parecia surgir.
Distraída, estava quase flutuando com a alegria que começou a sentir.

Eis que de repente, tropeça em uma pedra que de cara no chão a faz cair.
Levanta, limpa a poeira pousada e volta o seu caminho a seguir.
Mais adiante um carro passa, jorra água de uma poça em sua roupa, e o que antes era alvo, a sujeira passa a cobrir.

De novo em seu caminho, mas agora de passo largo, afundando o pé com a raiva que estava a sentir.
Anda rápido, quase correndo, agora apressada; pois de sua caminhada haveria de desistir. 
Chega ao lar, passa correndo pela sala e degraus da escada, tinha pressa de subir.

Chega a seu quarto, olha no espelho e vê sua aparência acabada, sua roupa com sujeira impregnada, sente vontade de chorar; e começa a sorrir.
Toma seu banho ligeiro, se veste, desce pela escada agora determinada. Sua caminhada precisava prosseguir.

4 comentários:

  1. Fortalecedor...
    nunca desistir, nem todas as dores são erros ou significam perdas, sao sinais de que tudo pode ser melhor...


    linkei vc, se puder link-me


    psiqueaguas.blogspot.com

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  2. É isso! Se não conseguimos mudar o final, fçamos um recomeço ainda melhor!!

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  3. gosto do seu domingo em palavras. as frases constroem um sempre começo de sonoridade, que se não ouvir quem ler pode achar que é repetição. mas não, as mudanças mesmo mínimas no dia ou na vida alguém são perceptíveis.

    o meu domingo não teve melodia. nem sonoridade.

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  4. Tem dia que eu acordo de tão bom humor que nenhum tropeço ou lama é capaz de me tirar a alegria. Pelo contrário, às vezes eu fico até rindo disso tudo... rsrsrs

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